Atualizado em 24 de junho de 2026 Revisado por Dra. Marília Ferreira (CRM TO 4674 | RQE TO 3825)

Se você sofre de sinusite crônica em Araguaína – TO e o tratamento clínico não está resolvendo, pode ser hora de avaliar a cirurgia endoscópica nasal (FESS). A Dra. Marília Ferreira (CRM TO 4674 | RQE TO 3825) realiza a FESS videoendoscópica na Humana Clínica em Araguaína — procedimento minimamente invasivo, sem incisões externas, que trata definitivamente a sinusite crônica e os pólipos nasais. A sinusite crônica afeta 10 a 15% da população adulta e é uma das principais causas de comprometimento da qualidade de vida na região norte do Tocantins.

O que é Sinusite Crônica?

Os seios paranasais são cavidades ósseas preenchidas com ar que se comunicam com o nariz por pequenos orifícios chamados óstios. Quando esses óstios ficam bloqueados — por inflamação, infecção, pólipos ou alterações anatômicas — ocorre acúmulo de secreção, proliferação bacteriana e inflamação persistente das mucosas: é a sinusite.

A sinusite crônica é definida clinicamente quando os sintomas persistem por mais de 12 semanas, mesmo com tratamento clínico adequado (antibióticos, corticoides, lavagem nasal, anti-histamínicos). É fundamental distingui-la da sinusite aguda — infecção temporária que geralmente resolve com antibioticoterapia.

Os principais sintomas da sinusite crônica incluem:

  • Obstrução nasal persistente (nariz entupido)
  • Secreção nasal espessa, amarelada ou esverdeada
  • Dor ou pressão facial, especialmente ao abaixar a cabeça
  • Dor de cabeça de repetição, especialmente pela manhã
  • Sensação de "cabeça pesada"
  • Redução ou perda do olfato (hiposmia ou anosmia)
  • Halitose (mau hálito) persistente
  • Tosse crônica, especialmente à noite (gotejamento pós-nasal)
  • Fadiga e mal-estar geral

Quando o Tratamento Clínico Não é Suficiente?

A maioria dos casos de sinusite responde ao tratamento clínico. Porém, quando um ou mais dos seguintes critérios estão presentes, a avaliação cirúrgica com a Dra. Marília Ferreira está indicada:

  • Sinusite crônica refratária: sintomas persistentes por mais de 12 semanas com tratamento adequado
  • Múltiplos episódios por ano (sinusite aguda recorrente: 4 ou mais episódios/ano)
  • Presença de pólipos nasais (polipose nasal): massas benignas que obstruem os óstios
  • Tomografia computadorizada mostrando comprometimento dos seios paranasais
  • Mucocele ou abscesso de seio paranasal
  • Alterações anatômicas que predispõem à obstrução (concha bolhosa, células de Agger Nasi, septo deviado grave)

O que é a Cirurgia FESS (Functional Endoscopic Sinus Surgery)?

A FESS — Functional Endoscopic Sinus Surgery ou Cirurgia Endoscópica Funcional dos Seios Paranasais — é o padrão-ouro para tratamento cirúrgico da sinusite crônica. Ao contrário das antigas cirurgias de seios paranasais (Caldwell-Luc), que exigiam incisões na gengiva e remoção extensiva de tecido, a FESS moderna:

  • Não tem incisões externas — todo o procedimento é realizado pelas narinas, com endoscópios rígidos de alta resolução
  • Preserva a mucosa nasal saudável — remove apenas o que está comprometido, respeitando a função mucociliar normal
  • Abre os óstios naturais dos seios — restabelece a drenagem normal das cavidades paranasais
  • Permite tratamento de todos os seios — etmoidais, maxilares, frontais e esfenoidal — em um único procedimento

A Dra. Marília Ferreira realiza a FESS videoendoscópica em Araguaína — com imagens de alta definição projetadas em monitor, permitindo visualização precisa de todas as estruturas e reduzindo ao mínimo o risco de complicações. Esta tecnologia, antes disponível apenas em grandes centros como São Paulo, está agora acessível no norte do Tocantins.

Diferenças entre FESS e as Antigas Cirurgias de Sinusite

Muitos pacientes em Araguaína e região chegam à consulta com medo de "cirurgia de seio" por terem ouvido relatos antigos de procedimentos dolorosos e traumáticos. É importante compreender a diferença:

  • Cirurgia antiga (Caldwell-Luc): incisão na gengiva, remoção da parede anterior do seio maxilar, trauma extenso, recuperação prolongada e dolorosa, alto índice de recorrência
  • FESS moderna: sem incisões externas, acesso por vias naturais, preservação máxima de tecido, recuperação em 7-10 dias, baixo índice de complicações, resultados duradouros

Os relatos negativos que os pacientes costumam ouvir referem-se a técnicas que foram abandonadas há décadas. A FESS videoendoscópica é uma cirurgia completamente diferente — mais segura, mais eficaz e muito mais confortável.

Recuperação após a FESS

A recuperação pós-FESS é progressiva e geralmente bem tolerada:

  • Primeiros 3-5 dias: obstrução nasal (tamponamento absorvível ou esponja), sangramento leve, sensação de nariz cheio. Repouso em casa recomendado
  • 1ª semana: lavagem nasal com soro fisiológico (vital para o pós-op), aspiração de crostas na revisão ambulatorial
  • 2ª semana: maioria dos pacientes já retorna ao trabalho (atividades leves)
  • 30 dias: liberação para atividades físicas moderadas; revisões endoscópicas periódicas para monitorar a cicatrização
  • 3-6 meses: mucosa totalmente cicatrizada, avaliação do resultado funcional

As revisões ambulatoriais após a FESS são cruciais para o sucesso do procedimento. A Dra. Marília Ferreira acompanha cada paciente de perto nesse período, realizando limpezas endoscópicas e ajustando o tratamento medicamentoso conforme a evolução.

As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta médica presencial.

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Perguntas Frequentes sobre Sinusite e FESS

Dói fazer a cirurgia de sinusite (FESS)?

A FESS é realizada sob anestesia geral, portanto durante o procedimento o paciente não sente dor. No pós-operatório imediato, a sensação mais comum é de nariz entupido e desconforto leve, controlado com analgésicos comuns. A dor intensa que alguns pacientes associam à "cirurgia de seio" era característica das técnicas antigas, já abandonadas.

A sinusite volta após a cirurgia FESS?

A FESS trata a causa anatômica da obstrução dos seios paranasais, com altas taxas de sucesso (80-90% dos casos). No entanto, pacientes com polipose nasal ou rinite alérgica não controlada podem precisar de tratamento contínuo (corticoide nasal, imunoterapia) para prevenir a recorrência. A cirurgia resolve o problema estrutural, mas o componente inflamatório requer manejo médico contínuo.

Preciso de tomografia para avaliação?

Sim. A tomografia computadorizada dos seios paranasais (TC de seios da face) é o exame fundamental para avaliar o comprometimento das cavidades, planejar a cirurgia e identificar variações anatômicas. A Dra. Marília Ferreira solicita esse exame na consulta inicial quando há suspeita de sinusite crônica.

A FESS e a septoplastia podem ser feitas juntas?

Sim. É muito comum combinar a FESS com a septoplastia (correção do desvio de septo) em um único procedimento, pois o desvio de septo frequentemente contribui para a obstrução dos óstios dos seios paranasais. A Dra. Marília avalia a indicação de cada procedimento individualmente e orienta o paciente sobre a abordagem mais adequada.

Quanto tempo fico sem trabalhar após a FESS?

Para trabalhos de escritório e atividades leves, o retorno ocorre em torno de 7-10 dias. Atividades físicas intensas e trabalhos que exijam esforço físico são liberados após 30 dias. Voos de avião são recomendados evitar nas primeiras 2-3 semanas (pressão de cabine pode causar desconforto).

As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. Em caso de sintomas, consulte um médico e procure atendimento médico com um otorrinolaringologista para avaliação e diagnóstico individualizados.